quinta-feira, 23 de julho de 2009

Don't approve a single word that we wrote

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Sou tão burra que consegui estragar toda a formatação do meu blog. Os comentários e o 'postado por' ficaram em cima do post, eu odiei isso! Mas não consigo mudar. Arg. Está sendo um milagre eu postar agora, não fazem nem 3 dias do meu último post, mas é isso que são as férias: fazer de tudo pra não ficar sem fazer nada e acabar se matando. Que inútil. Quero aulas! Quero acordar cedo e quero ver meus professores malas, quero provas e trabalhos mil! Tudo menos ficar em casa sem nada pra fazer, e ainda não poder sair de casa porque está muito frio! Que tipo de férias são essas? Ah, as férias de inverno. Doce e adorável inverno. Odeio inverno. Tantas sobreposições pra que, se mesmo assim teus pés vão congelar? Acho que eu já falei do frio há alguns posts, e eu disse que gosto do frio. Mentira, odeio frio. Não suporto me sentir um pinguim com 10 jaquetas. Não suporto não sentir meus dedos das mãos, e ainda assim ter que usar as mãos pra tudo. Ah, já chega de inutilidades. Comecei com um assunto e terminei com outro, sempre assim. Vou procurar algo pra fazer, e baixar mais músicas. Sempre as mesmas bandas no meu blog. Como sou decadente.

london beckoned songs about money written by machines - panic at the disco (8)

terça-feira, 21 de julho de 2009

And I want it so bad

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Já faz algum tempo que venho pensando num assunto pra postar, mas nada vem em minha mente. Estou perdendo tempo demais pensando em o que vou fazer das minhas férias, mas não chego a nenhuma conclusão. Odeio férias. Isso soa estranho, mas é verdade. Tenho que ficar escolhendo a roupa que vou usar, e tenho que ficar fazendo nada em casa, ou fazendo coisas muito aleatórias pela cidade afora (-n). Fazer nada é legal, no primeiro dia. Depois, ir dormir de manhã e acordar de tarde se torna cansativo; ter que escolher roupas ao invés de vestir logo o uniforme se torna deprimente, e sair por aí sempre com com o mesmo intuito se torna enjoativo. O mundo vive clamando por férias, e quando chegam as benditas férias, o mundo clama por voltar à sua rotina. Eu não sou a voz do mundo pra falar isso, mas eu sou a minha voz, e minha voz já está cansada das benditas férias que começaram não faz nem uma semana.

27 - fall out boy (8)

terça-feira, 7 de julho de 2009

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Estou ainda tentando escolher uma música do Panic para que seja meu título, mas não acho nenhuma adequada. Não sei o que eu penso de adequado nesse momento, nem sei sobre o que eu quero falar. Mas eu não consigo começar a escrever sem um título. Bom, já comecei. Odeio coisas adequadas. E odeio regras. Sim, eu me adequo à sociedade, e eu sigo todas as suas regras. Eu sou tão ignorante. Odeio pessoas ignorantes. Sigo um monte de regras nesse blog: o título é sempre uma parte de uma música, eu nunca troco de parágrafos, nunca escrevo nada abreviado, nem nada errado, e sempre cito a música do título no final. Estou quebrando regras agora. Me sinto feliz. Acho que todo mundo deveria quebrar regras às vezes, pode ser perigoso, mas é divertido. Muito mais divertido que perigoso (atoron perigo). Parei de procurar músicas agora, teoricamente eu já deveria estar dormindo, mas estou aqui comendo Nutella e sentindo as calorias. Eu sou uma pessoa tão confusa, mudo de assunto freqüentemente, e continuo usando trema. Estou quebrando muitas regras hoje. E estou me divertindo muito hoje.

Just sit back, just sit back. Just sit back and relax.

camisado - panic at the disco (8)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

There is no escaping from the heart ache

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Fico pensando se o amor pode ser psicológico, se uma zoação por semanas te faz realmente acreditar que gosta da pessoa. Depois de um certo tempo, a brincadeira de dizer que alguém gosta do fulano, pode virar realidade dentro do seu coração, ou confundir plenamente seus sentimentos. Todos nós podemos ter um amor escondido, que nem nós mesmos saibamos de sua existência, e que é aflorado quando começamos a perceber mais a pessoa, e começamos a perceber mais a pessoa quando nos falam mais da pessoa. Eu não sei se isso pode realmente acontecer, acho que talvez já tenha acontecido comigo - só acho, porque nem eu mesma entendo meus sentimentos às vezes -, mas eu acredito em todas as formas de amor - sou vítima de todas elas -, e acho que a minha nova forma de amor pode ser enquadrada em amor platônico. Mas um amor que se torna platônico até pra nós mesmos. É difícil de explicar, mas é fácil de sentir (risos). Minha amiga, vítima desse amor, motivo pelo qual eu tenha escrito esse post-lixo, não acredita quando eu digo que amor é psicológico. Não posso forçá-la a pensar que nem eu, mas eu ainda assim mantenho minha opinião. Se frio pode ser psicológico, por que amor não? São duas coisas abstratas presentes diariamente no nosso cotidiano (estamos no inverno, ok?). O frio nos obriga a vestirmos várias roupas, para nos mantermos aquecidos, senão dói o nariz, o pé, as mãos, e tudo o mais (não tudo, risos). Muita gente ama o frio, muita gente odeia. Certos tipos de pessoas nem sentem frio, outros tipos - que nem eu, diga-se de passagem - passam frio até demais, e frequentemente estão doentes por causa dele. Podemos ter dias lindos e ensolarados, apesar do frio, mas podemos ter tempestadas, que ficam ainda mais aguniantes com ele. Eu gosto do frio, e você?
Reflita.

falling in love - mcfly (8)

DESCANSE EM PAZ MICHAEL JACKSON, SEU PASSADO É NEGRO MAS SEU FUTURO SERÁ LINDO E AZUL! (W)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Remember when the boys were all electric?

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Qual o problema da juventude de hoje em dia? Tudo bem, eu não sou a pessoa mais apta a responder essa pergunta, porque eu faço parte dessa geração, mas eu não consigo compreender as pessoas à minha volta! Há alguns anos atrás, com 14 anos era completamente aceitável brincar de Barbie e ouvir Rouge*. Hoje, se você brinca de Barbie aos 14 anos, ou você tem algum distúrbio, ou você tem uma irmã menor. Se você ouve Rouge aos 14 anos, com certeza vai ser alvo de chacota por um bom tempo. Qual o problema em fazermos as coisas que quisermos com a idade que quisermos? Existe algum tipo de lei da adolescência que diz que música devemos ouvir, o que devemos assistir na televisão, o que devemos fazer no tempo livre, quem devemos namorar, se devemos namorar? Acho que não. Na verdade, tenho certeza disso. Não podem nos obrigar a nada, porque afinal, isso tudo faz parte da nossa personalidade. E personalidade, é algo pessoal.

* Rouge já acabou eu sei, mas foi o melhor exemplo que eu lembrei -q

fluorescent adolescent - arctic monkeys (8)